Ontem foi o aniversário da nossa "mascotinho" Bia. Ela que faz tempo nos acompanha, sempre presente em nossos encontros, retiros, passeios. Sempre nos alegrando, nos chamando de "anjo", sem saber que ela é o "anjo" de nossas vidas. Bia, que Deus lhe abençoe, muitas felicidades e parabéns pelo seu dia.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Ontem foi o aniversário da nossa "mascotinho" Bia. Ela que faz tempo nos acompanha, sempre presente em nossos encontros, retiros, passeios. Sempre nos alegrando, nos chamando de "anjo", sem saber que ela é o "anjo" de nossas vidas. Bia, que Deus lhe abençoe, muitas felicidades e parabéns pelo seu dia.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Bom dia blogueiros!
Hoje quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, humilde, suave e bom.
Ver Teus filhos por trás das aparências, como Tu mesmo os vê, para assim poder apreciar a bondade de cada um.
Fecha meus ouvidos a toda murmuração, guarda minha língua de toda maledicências, que só os pensamentos que bendigam permaneçam em mim.
Quero ser bem intencionado e justo, que todos os que se aproximarem de mim sintam Tua presença.
Reveste-me de Tua bondade Senhor e fazei que durante este dia eu Te revele.
Amém.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
O PROBLEMA DO TABAGISMO


- O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica gerada pela dependência da nicotina e, por isso, está inserido na Classificação Internacional de Doenças (CID10) da Organização Mundial da Saúde.
- Também é considerado o mais importante fator de risco isolado para cerca de 50 doenças, muitas delas graves e fatais como o câncer, as cardiovasculares, enfisema, entre outras.
- É um problema que também aflige os não fumantes que, ao se exporem à fumaça de produtos de tabaco em recintos coletivos (tabagismo passivo), correm o risco de desenvolver câncer, infarto, infecções respiratórias, dentre outros agravos. Por isso, quando ocorre em ambientes de trabalho, o tabagismo passivo é considerado um risco ocupacional.
- Morrem no mundo cerca de cinco milhões de pessoas por ano, devido ao tabagismo, sendo 200 mil no Brasil.
- Segundo estimativas da OMS, só no século XX a epidemia de tabaco matou cerca de 100 milhões de pessoas. Caso as atuais tendências de consumo sejam mantidas, no século XXI o tabaco poderá matar cerca de 1 bilhão.
- A OMS estima que, a partir de 2020, de cada 10 mortes atribuídas ao tabaco, sete delas acontecerão nos países em desenvolvimento, nos quais já se concentram 80% do consumo mundial de produtos de tabaco, principalmente de cigarros. Relatório da OMS
Estratégias cada vez mais sofisticadas e ousadas tem garantido o consumo de tabaco no mundo diz a OMS. A indústria de tabaco aproveitando-se de brechas e falhas em leis de países menos desenvolvidos, associação a políticos,falta de conhecimento dos malefícios do cigarro , desarticulação da população e representações sociais positivas a respeito do consumo de tabaco, são a base para a indústria criar forte sustentabilidade e continuar sua propaganda de forma globalizada, para garantir a continuidade do negócio em qualquer lugar do mundo.
O principal alvo da campanha da indústria tabaqueira são os jovens. Há muito tempo se sabe que as indústrias de cigarro tem como alvo os jovens desenvolvendo estratégias para o consumo e manutenção do hábito de fumar, transformando-o em vício, o que faz as indústrias ganharem milhões todos os anos às custas de mlhares de mortes em todo mundo. Morrem por ano cerca de 5 milhões de pessoas devido ao tabagismo sendo 200 mil no Brasil.
“O primeiro cigarro é uma experiência ruim para o principiante. Para dar conta do fato de que o fumante iniciante tolerará as sensações desagradáveis (do primeiro cigarro) nós precisamos evocar motivos psicológicos. Fumar um cigarro para o iniciante é um ato simbólico. Eu não sou mais a criança da minha mãe, eu sou forte, eu sou um aventureiro, eu não sou quadrado… A medida em que a força do simbolismo psicológico diminui, o efeito farmacológico assume o papel de manter o hábito.” (Phillip Morris, 1969)
Fonte: http://www.euvouparardefumar.com/conscientizacao/juventude-livre-do-tabaco.htmlENSINE O SEU FILHO A NÃO FUMAR

Nove em cada dez adultos que fumam iniciaram o vício bem antes dos 18 anos. O que você pode fazer para que seu filho não engrosse essa triste estatística?
Os dados do Ministério da Saúde são de deixar os pais de cabelo em pé. Seis em cada dez crianças entre 10 e 14 anos já deram suas tragadas. Nessa faixa etária, o número das que fumam diariamente chega a 400 mil. Somando todos os jovens em idade escolar, ou seja, entre 10 e 18 anos, cerca de 3 milhões, pasme! já estão completamente dependentes da nicotina.
Em matéria de tabagismo, os brasileirinhos estão entre os mais precoces: eles dão as primeiras baforadas aos 13,5 anos, em média. Não à toa, os especialistas apostam que a melhor maneira de diminuir o contingente de fumantes no país e, conseqüentemente, as encrencas relacionadas ao tabaco é conscientizar a garotada de que ficar aspirando fumaça não está com nada. Afinal, o tabagismo é responsável por 30% das mortes por câncer em geral, 90% das que ocorrem por tumores de pulmão e 25% das provocadas por infarto e derrame.
Mas tanto os pais quanto os educadores enfrentam um dilema: como abordar esse assunto sem chatice? Dizer simplesmente um não bem redondo ou, pior, ameaçá-los caso insistam no hábito tem efeito contrário, adianta o oncologista José Clemente Linhares, do Instituto de Oncologia do Paraná, em Curitiba, vencedor do 2° Prêmio SAÚDE! na categoria relacionada às crianças.
Segundo ele, é possível tratar essa questão pesada de uma maneira leve. Aliás, foi por isso que Linhares levou nosso troféu para o Paraná. Ele e um grupo de teatro escreveram uma peça sobre o tema que já foi apresentada a mais de 15 mil adolescentes de escolas públicas, particulares e outras instituições. A encenação mostra o que nos faz procurar o cigarro e explica que devemos ser mais fortes do que a influência dos amigos ou da mídia, resume. Depois da apresentação os jovens debatem o assunto e escrevem depoimentos com sua opinião. Você, aliás, pode fazer algo parecido em casa: chamar seu filho para uma boa conversa e aprender a ouvir o que ele pensa disso tudo. Sem, de novo, caretice.
Participar efetivamente da vida dos filhos e isso significa, entre outras coisas, acompanhar de perto seu desenvolvimento e conhecer bem seus amigos ajuda a afastar o cigarro de casa. Em geral os estudantes passam a fumar porque precisam sentir que fazem parte do grupo, sobretudo se a maior parte da turma já dá suas tragadas. Questão de auto-afirmação afinal, ter um cigarrinho fumegando entre os dedos dá mais segurança nessa fase da vida.
Manter diálogo é essencial, garante a pneumologista Maura Malcon, uma das maiores especialistas brasileiras no tema, que se dedica a investigar o tabagismo na garotada na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul. O adolescente é ávido por informações e, para engatar uma boa conversa, nada melhor do que estar cheio delas, diz Maura. Mostre reportagens e livros sobre tabagismo e converse a respeito. O oncologista José Clemente Linhares dá outra dica: Evite a proibição. A escolha é dele. O importante é que esteja o mais consciente possível ao fazê-la.
Segundo os especialistas, os jovens sofrem de uma síndrome de super-homem, porque acreditam que não vão se viciar. Uma pesquisa do Datafolha aponta que menos da metade dos estudantes que fumam se considera dependente da droga. Esse engano tem a ver com o desconhecimento sobre os efeitos da nicotina uma das substâncias que mais levam à dependência, comparável à heroína, conta o psiquiatra André Malbergier, do Grupo Interdisciplinar de Estudo sobre Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo, a USP.
Participar efetivamente da vida dos filhos e isso significa, entre outras coisas, acompanhar de perto seu desenvolvimento e conhecer bem seus amigos ajuda a afastar o cigarro de casa. Em geral os estudantes passam a fumar porque precisam sentir que fazem parte do grupo, sobretudo se a maior parte da turma já dá suas tragadas. Questão de auto-afirmação afinal, ter um cigarrinho fumegando entre os dedos dá mais segurança nessa fase da vida.
Manter diálogo é essencial, garante a pneumologista Maura Malcon, uma das maiores especialistas brasileiras no tema, que se dedica a investigar o tabagismo na garotada na Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul. O adolescente é ávido por informações e, para engatar uma boa conversa, nada melhor do que estar cheio delas, diz Maura. Mostre reportagens e livros sobre tabagismo e converse a respeito. O oncologista José Clemente Linhares dá outra dica: Evite a proibição. A escolha é dele. O importante é que esteja o mais consciente possível ao fazê-la.
Segundo os especialistas, os jovens sofrem de uma síndrome de super-homem, porque acreditam que não vão se viciar. Uma pesquisa do Datafolha aponta que menos da metade dos estudantes que fumam se considera dependente da droga. Esse engano tem a ver com o desconhecimento sobre os efeitos da nicotina uma das substâncias que mais levam à dependência, comparável à heroína, conta o psiquiatra André Malbergier, do Grupo Interdisciplinar de Estudo sobre Álcool e Drogas, da Universidade de São Paulo, a USP.
FONTE: http://saude.abril.com.br/edicoes/0292/familia/conteudo_261908.shtml



