quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A Castidade Liberta do Amor e do Egoísmo


Tanto o amor virginal como o amor conjugal que são, como diremos mais adiante, as duas formas pelas quais se realiza a vocação da pessoa ao amor, requerem para o seu desenvolvimento o empenho em viver a castidade, para cada um conforme ao próprio estado.

A sexualidade — como diz o Catecismo da Igreja Católica — “torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a pessoa, no dom mútuo, por inteiro e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher”.

É óbvio que o crescimento no amor, enquanto implica o dom sincero de si, é ajudado pela disciplina dos sentimentos, das paixões e dos afetos que nos faz chegar ao autodomínio.
Ninguém pode dar aquilo que não possui: se a pessoa não é senhora de si — por meio da virtude e, concretamente, da castidade — falta-lhe aquele autodomínio que a torna capaz de se dar. A castidade é a energia espiritual que liberta o amor do egoísmo e da agressividade. Na medida em que, no ser humano, a castidade enfraquece, nessa mesma medida o seu amor se torna progressivamente egoísta, isto é, a satisfação de um desejo de prazer e já não dom de si.

A castidade como dom de si

A castidade é a afirmação cheia de alegria de quem sabe viver o dom de si, livre de toda a escravidão egoísta. Isto supõe que a pessoa tenha aprendido a reparar nos outros, a relacionar-se com eles respeitando a sua dignidade na diversidade.

A pessoa casta não é centrada em si mesma, nem tem um relacionamento egoísta com as outras pessoas. A castidade torna harmônica a personalidade, fá-la amadurecer e enche-a de paz interior. Esta pureza de mente e de corpo ajuda a desenvolver o verdadeiro respeito de si mesmo e ao mesmo tempo torna capaz de respeitar os outros, porque faz ver neles pessoas dignas de veneração enquanto criadas à imagem de Deus e, pela graça, filhos de Deus, novas criaturas em Cristo que “vos chamou das trevas à sua luz admirável” (1 Ped 2, 9).

O domínio de si

“A castidade supõe uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda as suas paixões e alcança a paz, ou se deixa comandar por elas e torna-se infeliz”.
Todas as pessoas sabem, até por experiência, que a castidade exige que se evitem certos pensamentos, palavras e ações pecaminosas, como S. Paulo teve o cuidado de esclarecer e recordar. Por isso se requere uma capacidade e uma atitude de domínio de si que são sinal de liberdade interior, de responsabilidade para consigo mesmo e para com os outros e, ao mesmo tempo, testemunham uma consciência de fé; este domínio de si comporta tanto o evitar as ocasiões de provocação e de incentivo ao pecado, como o saber superar os impulsos instintivos da própria natureza.

Quando a família realiza uma obra de válido apoio educativo e encoraja o exercício de todas as virtudes, a educação para a castidade é facilitada e liberta de conflitos interiores, mesmo que em certos momentos os jovens possam observar situações de particular delicadeza.

Para alguns, que se encontram em ambientes onde se ofende e se deprecia a castidade, viver de modo casto pode exigir uma luta dura, às vezes heróica. De qualquer maneira, com a graça de Cristo, que brota do seu amor esponsal pela Igreja, todos podem viver castamente mesmo que se encontrem em ambientes pouco favoráveis.

O próprio fato de todos serem chamados à santidade, como recorda o Concílio Vaticano II, torna mais fácil de compreender que, tanto no celibato quanto no matrimônio, possam existir — e até, de fato acontecem a todos, de um modo ou de outro, por períodos mais breves ou de mais longa duração — situações em que são indispensáveis atos heróicos de virtude. Também a vida matrimonial implica, por isso, um caminho alegre e exigente de santidade.

Fonte: Vaticano

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Próximo domingo.

Formação de Discipulos
Próximo domingo 30/08 às 15h

"O compromisso assumido foi com o Cristo, portanto, esse encontro pertence a Ele. Jesus não aceita que olhemos para trás. Há um belo caminho a seguir, mas para isso precisamos ser OBEDIENTES a vontade de Deus."

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Namoro Santo. É possível?


‘É possível namorar sem desagradar a Deus? Ou seria melhor inventar outra forma de relacionamento?” A Bíblia (que deve ser nosso livro de princípios, nossa regra de fé e prática) não fala nada específico sobre o namoro. Não existe nela o termo ‘namorar’. Mas há alguns casos que revelam esse tipo de relacionamento antes do casamento. É o caso de Jacó e Raquel - ele a amou logo de cara e se dispôs a trabalhar para seu pai durante sete anos para tê-la como esposa (Gênesis 29). Aí temos um dos primeiros significados do namoro: é um tempo de dedicação e compromisso. Já imaginou ter que trabalhar de graça para conseguir uma namorada? É preciso muito amor mesmo! O que nem sempre acontece hoje em dia…

Hoje, quase ninguém quer saber do fator ‘amor’ entre o casal, principalmente no namoro. Ele acabou ficando em segundo plano. Primeiro vem a atração, depois a paixão. E é aí que está o problema: atração e paixão são vontades da nossa carne, não são sentimentos. E quando satisfazemos à carne… é problema na certa. Duvida? Pois vamos aos fatos: O ‘ficar’ Ficar, ou sair por aí com alguém como se fosse namorado sem o ser, virou moda. ‘Vamos beijar, beije todos os que estiverem ao seu lado’, falou certa vez a cantora Ivete Sangalo em dos seus shows na praia de Florianópolis. E não era de ‘ósculo santo’ que ela estava falando! ‘Namorar só depois de conhecer bem a pessoa’, me disse uma amiga. Só que o ‘conhecer bem’ incluía a relação a sexual - dos beijos ao ato em si. A mídia reforça a idéia: ‘o que você acha de transar antes de namorar?’ era a pergunta num programa na televisão. E o pior: as respostas eram ‘normal’, ‘depende do cara’, ‘legal’… Agora reflita: há compromisso e dedicação quando ‘ficamos’? Não. Há amor verdadeiro? Também não, no máximo atração ou paixão. É só para satisfazer um desejo da carne. E qual o problema nisso? Nosso Deus é um Deus que se agrada de compromissos. E se você não consegue fazer isso com quem está ao seu alcance, imagine com Ele. As conseqüências dessa falta de compromisso.

A família é um projeto do coração de Deus, e o diabo quer destruí-la. Logo, namoro sem compromisso leva a casamentos desfeitos e relacionamentos também sem compromisso. Adolescente que fica hoje, não vai querer casar amanhã, só ‘morar junto’ - livre de compromisso perante a lei e perante Deus. Esse é o plano de Satanás. Ficar é só para satisfazer a um desejo momentâneo, e ‘os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.’ (Gálatas 5:24) Tenho compromisso. E agora? Talvez você não esteja ‘ficando’, mas decidiu namorar alguém. E esta é a palavra: decisão. Amar alguém também faz parte de uma decisão. Ben Wong, disse que para um casamento ser duradouro é preciso que o casal tenha em mente que decidiu amar àquela outra pessoa pelo resto de sua vida. Se você decidiu assim, não vai dar lugar para os famosos pensamentos do tipo ‘o amor entre nós acabou’. E é claro, vai fazer de tudo para cultivar esse amor com gestos e atitudes. No namoro, a decisão não é menos importante. Principalmente se você tiver em mente ‘o que é o namoro’. Esse tempo de compromisso e dedicação é, na verdade, um privilégio. É o tempo que temos para conhecer a outra pessoa. Já se foi (ainda bem!) aquela época em que os pais escolhiam os cônjuges de seus filhos de acordo com seus interesses financeiros, sem que o casal ao menos se conhecesse. Agora, a decisão é de cada um. Mas se você decide namorar, é porque decide ‘conhecer’ alguém, e com um objetivo. Conhecer alguém significa saber de seus defeitos e qualidades. Saber o que o deixa feliz e o que o entristece. Saber seus gostos e preferências. Saber qual sua personalidade e saber se é bom ou mau caráter. Saber o que está por trás da ‘casca’ que, aparentemente, agradou! Será que a fruta é boa mesmo? Depois disso vem o noivado. É uma segunda etapa do namoro. É a época de fazer planos, sonhar mais alto, projetar um casamento, a construção de uma nova família. E então, finalmente vem o casamento: o objetivo final do namoro. A consumação de um relacionamento de amor. Uma decisão, e das mais importantes. Pratique o namoro santo! Doze características de um relacionamento que tem, como prioridade, a busca de santidade e da vontade do Senhor: Antes de namorar, sejam amigos. A amizade é fundamental para um relacionamento dar certo. Permaneçam ’só amigos’ o máximo de tempo possível! Busquem orientação de Deus antes e durante o namoro. Se vocês não têm vergonha de beijar um ao outro, então porque ter vergonha de orar juntos? Estabeleçam alvos conjuntos. Façam do namoro o primeiro passo para um casamento. Nem sempre o namoro vai acabar num altar, mas esse deve ser o objetivo principal. Só comece a namorar com essa intenção, nunca para se divertir ou como passatempo.

Não façam do namoro ou um do outro prioridade. Enquanto vocês não são casados continuam debaixo do cuidado dos pais, autoridades colocadas por Deus sobre suas vidas. A suas famílias devem ser prioritárias. A aprovação deles em tudo o que fizerem é imprescindível. Lembrem-se do mandamento: ‘Honra a teu pai e tua mãe…’ e Deus lhes mostrará que é fiel! Não se isolem. Muita gente, após um namoro desfeito, descobre que não tem mais amigos. Eles foram sumindo aos poucos, enquanto o namoro era autocentralizado. Não se sintam ‘dono do outro’. O namoro é apenas uma fase de conhecimento do parceiro (a), não significa que você tem posse sobre ele (a). Não se impeçam de, as vezes, saírem sozinhos (a) ou com a turma; Não dêem lugar ao diabo (Efésios 4:27). Não fiquem sozinhos em casa, não namorem no escuro. Não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos ou sexuais. Só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros.
Aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. Mas se vocês não são adeptos da corte (ver artigo ‘Namoro ou corte’), pelo menos coloquem beijos e abraços em segundo plano e sempre com moderação; Aprendam a demonstrar carinho com respeito. Palavras doces, pequenas surpresas e programas agradáveis a sós podem revelar seu amor pelo outro sem que suas convicções se choquem. Busquem o máximo de intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessário defraudação do corpo do outro. Intimidade também significa familiaridade. Duas pessoas íntimas se dedicam particular afeição. Façam com que a paz de Deus seja o árbitro. Namoro turbulento e cheio de neuroses não esta com nada. Não dêem ouvidos para que os outros falam, ou o que a sociedade vem impondo sobre namoros ‘modernos’. Lembrem-se que estamos no mundo, mas não pertencemos a ele. Não se acomodem, não se conformem com o que está errado. Sejam firmes. E sejam felizes! ‘E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.’ (Romanos 12:2)

Fonte: Oxigênio

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ontem foi o aniversário da nossa "mascotinho" Bia. Ela que faz tempo nos acompanha, sempre presente em nossos encontros, retiros, passeios. Sempre nos alegrando, nos chamando de "anjo", sem saber que ela é o "anjo" de nossas vidas. Bia, que Deus lhe abençoe, muitas felicidades e parabéns pelo seu dia.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Bom dia blogueiros!

Senhor, no silêncio deste dia que nasce, venho pedir-Te paz, sabedoria e força.

Hoje quero olhar o mundo com os olhos cheios de amor, ser paciente, compreensivo, humilde, suave e bom.

Ver Teus filhos por trás das aparências, como Tu mesmo os vê, para assim poder apreciar a bondade de cada um.

Fecha meus ouvidos a toda murmuração, guarda minha língua de toda maledicências, que só os pensamentos que bendigam permaneçam em mim.

Quero ser bem intencionado e justo, que todos os que se aproximarem de mim sintam Tua presença.

Reveste-me de Tua bondade Senhor e fazei que durante este dia eu Te revele.

Amém.